28º Bienal
A 28ª bienal, não surpreendeu ninguém, e isso não é novidade, o Brasil comenta sobre isso.
O espaço cedido para a Bienal, era enorme, e com certeza temos escultores, pintores… enfim, artistas para preenche-lo. Mas, infelizmente não foi isso que eu vimos.
No prospecto que as pessoas recebem logo na entrada, diz que o objetivo da Bienal é de ter temas livres, e deixar um pouquinho de lado os atores famosos para destacar obras ‘alternativas’. Tinha tudo para ser um estouro, a população gosta de coisas novas, coisas que surpreendam. Mas infelizmente não foi o que aconteceu. No meu ponto de vista, faltou obras expostas, temos tantos artistas bons! O que mais me atraiu foi a “Chave Talismã”, que a pessoa dava a chave de sua casa e trocava por uma chave que abria um dos portões da Bienal, e o tobogã, que fazia um tour pelo lado de fora do Parque e descia os 3 andares. Não vi arte nenhuma na “Vídeo Portrait Gallery”, não entendi o que eu autor quis passar com uma mulher na maioria das vezes trazendo agonia pelos fones de ouvido.
Concluindo, faltou informação perto das obras, faltou iluminação no 1º andar, obras que atraíssem mais as pessoas. Foi uma visita legal para conhecer obras novas e como boa observadora, ouvir o que as pessoas achavam durante a visita das obras, cada um tinha uma reação, a interpretação da obra para cada pessoa era diferente. Todos sabemos que em cima de muita revolta de grafiteiros, o valor cedido do governo para a Bienal foi mais baixo do que o das outras edições. Espero que a 29ª cubra toda a decepção da população que procura Arte.
esse eu não fui