Resenha do filme Equilibrium
História de um futuro incerto, logo após a ”Terceira Guerra Mundial”, que causou grandes estragos e que trouxe a certeza de que a humanidade não sobreviveria a uma Quarta Guerra Mundial.
Libria, uma nação, consegue se reerguer dessa Guerra, com ajuda de um ser chamado Pai, que por esse motivo é idolatrado e respeitado.
Todos seguem as regras de não ter sentimentos, pois pra eles a guerra tem isso como influêcia, acabando com toda a cultura da nação.
Para que não tivessem sentimentos não bastava apenas acabar com o que pudesse fazer sentir, eles tinham a “ajuda” de uma droga chamada Prozium, distribuída pelo governo. Todos os dias as pessoas tomavam doses de Prozium que neutralizava os sentimentos e não alterava a inteligência e a agilidade, assim apenas seguiam as regras e acabavam se tornando “robôs”.
Para que o Pai tivesse a certeza de que todos seguiriam sua regra, ele possuía sacerdotes que impunham as vontades.
John Preston era um dos sacerdotes, o melhor deles, aquele que todos queriam ser, devido sua habilidade com as artes marciais e sua intuição para os que praticavam o crime sentimental.
Porém ele começa a agir sem o título de robô e se questiona sobre a regra de Libria, e abandonou o Prozium. Começando a sentir e em conseqüência entende realmente o que acontecia ali, uma dominação de uma nação por um único homem, que a obriga a não sentir, sendo essa uma das razões da nossa vida.
John corre atrás do tempo perdido, acaba com o falso Pai e liberta toda a nação, podendo assim ser realmente seres humanos e percebem que o sentimento não cria a Guerra, mas que como tudo na vida tem que ter controle e cada ser tem o direito de controlar o seu.
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