Mayara Aliprandi

O dinamismo e a comunicação em um só lugar.

 

Tempos Modernos – Mundo Contemporâneo

Resenha sobre a ligação do filme “Tempos Modernos” com a Revolução Industrial 

 

A intenção do filme “Tempos Modernos” foi de retratar a mudança que o homem viveu com a Revolução Industrial. Em meados dos anos 30, as máquinas substituíram o trabalho do homem, aumentando o índice de desemprego, pois era mais fácil comprar uma máquina do que contratar novos funcionários, a máquina não tinha tantas despesas quanto os funcionários (não comia, não bebia e não tinha salário no fim do mês).

Os homens deixaram de ser barbeiros, artesãos, para virarem operários de fábrica, deixaram de trabahar por conta para serem explorados.

É importante lembrar o controle total do funcionário por parte do capitalismo, o serviço era sempre supervisionado por alguem de porte maior na indústria, enquanto o capitalista dita a velocidade da produção através de uma tela grande.

Essa tela supervisionava o trabalho dos funcionários, e os seguiam até no banheiro.

        A ligação entre a máquina e o funcionário é imensa, pois quando o trabalhador se dava conta de que ela já fazia parte de seu dia-a-dia como mostra Carlitos, ao ser engolido pela máquina, isso já havia virado loucura, pois não havia o trabalhador perfeito, os capitalistas tentaram fazer do ser humano uma máquina realizando trabalhos cansativos e repetitivos em uma enorme jornada de trabalho. A carga horária dos funcionários era maior, em torno de 65 horas, eles trabalhavam mais do que realmente mereciam ganhar. Outro exemplo do controle capitalista sobre o funcionário foi a utilização de uma máquina alimentadora “um artefato prático para alimentar seus empregados enquanto trabalham”. A tentativa foi por água abaixo. O prato de sopa quase eletrocutou Carlitos.  

Com isso, os americanos entraram em depressão, no filme Charlie Chaplin retrata muito bem o sofrimento e o vício por operar a mesma maquina por horas.

Porém, existiram fatos positivos em toda essa Revolução, foi um marco desde a invenção da maquina a vapor. Se hoje temos coisas que mal acreditamos que poderiam ser inventadas, temos que agradecer a esse marco na nossa história que foi retratada com muita transparência e humor por Charlie Chaplin no filme “Tempos Modernos”

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On setembro 9, 2008
At 11:55 am
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Coleção Frans Krajcberg

Coleção Frans Krajcberg - Espaço Cultural Jardim Botânico

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On setembro 8, 2008
At 10:48 pm
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Internet

Aula online 1 de Estética e cultura de massa – Resenha sobre a aula de Internet com o auxílio do livro Cyberespaço – Pierre Levy

Internet

Refere ao sistema de informação global que é ligado por um endereço único baseado no Internet Protocol, o famoso IP. Como rede mundial de computadores interconectados, é um privilégio da vida moderna para o homem moderno. O maior repositório de informações acessíveis a qualquer pessoa que a acesse de qualquer parte do mundo. E o que torna a Internet tão diferente das outras invenções humanas é o insignificante período de tempo em que ela precisou para ser usada por milhões de pessoas. Veja Exemplos:

eletricidade, 50 milhões de usuários depois de 46 anos de existência.

telefone, 35 anos para atingir esta mesma marca.

automóvel, 55 anos.

rádio, 22 anos.

televisão, 26 anos.

microondas 30 anos.

A Internet que surgiu em 1995, levou 4 anos para atingir 50 milhões de usuários no mundo.

Objetivo

Criada para fins militar, para evitar a perda de dados no caso de uma bomba explodir, por exemplo. Em seguida, ela foi usada inicialmente pelas universidades, onde os estudantes, poderiam trocar de forma ágil para a época, os resultados de seus estudos e pesquisas.

Ciberespaço

Espaço das comunicações por rede de computador. Sua comunicação acontece de forma virtual. Faz uso dos meios de comunicação modernos, destacando-se entre eles a Internet, como Chats e programas de relacionamento.

Palavras de Pierre Levy

Antes da popularização da internet o espaço público de comunicação era controlado através de intermediários institucionais que preenchiam uma função de filtragem entre os autores e consumidores de informação. Hoje, com a internet quase todo mundo pode publicar um texto sem passar por uma editora nem pela redação de um jornal. No entanto, essa liberdade de publicações que a internet oferece, acarreta no problema da veracidade, da garantia quanto a qualidade da informação. A cada minuto, novas pessoas assinam a Internet, novos computadores se interconectam, novas informações são injetadas na rede. Quanto mais o ciberespaço se estende, mais universal se torna.

Cibercultura

Divide-se em três partes. Na primeira, o autor define com precisão alguns dos termos empregados largamente na era digital. Na segunda, partindo do pressuposto da continuidade histórica no processo de evolução dos meios de comunicação, Pierre Levy procura demonstrar que a Internet traz benefícios para a espécie humana. Na última parte do livro o autor dedica-se à desconstrução dos mitos criados pelos críticos da rede que não foram capazes de perceber o potencial humanitário da era “high tech”.

O conceito mais importante desenvolvido é o de que a rede de computadores é um universal sem totalidade, ou seja, que ela permite às pessoas conectadas construir e partilhar a inteligência coletiva sem submeter-se a qualquer tipo de restrição político-ideológica. Partindo deste princípio, Levy encara a Internet como um agente humanizador (porque democratiza a informação) e humanitário (porque permite a valorização das competências individuais e a defesa dos interesses das minorias).

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On setembro 5, 2008
At 3:45 am
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Resenha do Livro: ” O que é Ética?”

Livro da coleção Primeiros Passos, pra a matéria de Ética e Cidadania, trabalho realizado pelo grupo Liberdade de Expressão.

É o estudo, filosófico ou cientifico, sobre os costumes ou sobre as ações humanas com alterações constantes, ou seja, não existem regras e nem um padrão correto.

Sua função é procurar conhecer, recorrendo a recursos antropológicos, culturais e semelhantes, os costumes das diferentes épocas e lugares.

Uma de suas teorias deveria ser cumprida por toda sociedade capaz de explicar tais alterações.

Existem dois ícones que fizeram parte desse firmamento:

Sócrates, filósofo grego, induzia a juventude a questionar as leis e, em conseqüência disso sofria uma forte repressão.

Kant, filósofo alemão, defendia a igualdade humana, buscava a moral racional entre os povos.

A reflexão grega nesse campo surgiu como uma pesquisa sobre a natureza do bem moral, onde podemos encontrar a nascente dos ideais éticos, tais como as duas formulações mais conhecidas: “Nada em excesso” e “Conhecer – te a ti mesmo”.

A maioria das doutrinas gregas priorizavam a busca da felicidade.

Platão, filósofo grego, partia da idéia de que todos os homens buscavam a felicidade, e que deveriam procurar a idéia do bem chegando ao absoluto.

Aristóteles, filósofo grego, enquanto Platão fica na teoria, ele mostra seu esforço analítico e comparativo, pois assemelha mais de uma centena de constituições políticas das cidades gregas.

A relação da ética com a doutrina religiosa é a discussão das influencias de relacionamento, sexualidade e moralidade. Nos ideais éticos a moral agia de acordo com a consciência de cada pessoa, praticar o bem era importante na doutrina, para alguns, viver de acordo com a natureza soava como viver princípios de Deus, para outros, o mais importante era a busca do prazer.

Essa ciência também estuda a liberdade humana, fato que depende do modo de pensar, de agir no interior e no exterior do ser.

Liberdade que é guiada pela consciência moral que muitas vezes leva o ser humana à crises existenciais. Assim surge o bem e o mal e as dúvidas de qual seguir. O agir para o bem é uma questão de ética mais a forma como esse bem será praticado depende de cada um.

A ética esteve presente em todas as sociedades, e hoje se resume em uma ética individual. A forma como a ética e a moral serão exploradas oscila, pois enquanto uma se torna dever, a outra tende para a obrigação.

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At 1:25 am
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Estética

Segue abaixo a conclusão em grupo sobre o trabalho de Estética.

A estética nasce para dar novas percpeções e visualizações do que é belo perante a visão caracteristica individual ao trabalho artístico. Objecto de reflexão que tem por sua filosofia do belo e da arte sem se prender a padrões ou doutrinas, tornando-se uma maneira de traspor conhecimento, pois o ser humano ao se deparar com uma obra de arte, a diversas reações de sentimentos seja de alegria, tristeza, emoção e dentro muitos outros e é isso que nos faz entender o que é estética, apreciação das obras criadas pelos homens com sentimentos individuais ligados aos cinco sentidos (tato, olfato, paladar, audição e visão).
O gosto que é a subjetividade de nossa mente, onde interpretamos e criamos a partir de nossas opiniões um determinado tipo de arte conforme nossa visão crítica ao nosso conhecimento sensível sobre o belo, que conforme nossa interpretação subjetiva, o conceito individual se expande perante nossa imaginação.
A beleza não é específica, ela é individual sensível e racional, a qual a originalidade e o talento devem-se ao fato do gênio, capacidades individuais através de seu conhecimento em que muitas vezes a empatia, a exaltação do correto, faz com que nós nos identifiquemos com o outro ser à base de compaixão e a solidariedade pela tendência que temos pela imitação.
Por sua vez, a vanguarda resgata a originalidade experimentando o novo artístico dentro da história, e quando qualquer gênero de arte que de alguma maneira nos afete naturalmente, podemos considerar como arte moderna.

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On setembro 2, 2008
At 11:43 am
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Welcome

Esse blog é destinado para trabalhos acadêmicos,

Seja bem vindos :)

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At 11:40 am
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